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Se, na
manifestação universal considerada de modo hermético, Deus e
a criatura são um único ser, compreendemos por que a
Rosacruz Áurea insiste na unidade de grupo. Quando
percebemos
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Temas deste número:
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UNIDADE
DE GRUPO COMO FORÇA
-
OS
CAMPOS MORFOGENÉTICOS DA ETERNIDADE
-
O
MOSAICO ÁUREO DAS ALMAS LIVRES
-
O
HOMEM UNIFICADO
-
UNIDADE
DE GRUPO: ASSIM COMO É EM CIMA, ASSIM É EMBAIXO
-
TODOS
OS HOMENS SÃO IRMÃOS? -
FORMAÇÃO
DE UMA NOVA COMUNIDADE
-
NEM
UM, NEM DOIS -
EXPERIÊNCIAS
NO CAMINHO DA UNIDADE
-
O
NOVO CAMPO DE VIDA
-
O
QUE FOI, DE NOVO SERÁ
Edição ano 30 nº4 - 40p.
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Se, na
manifestação universal considerada de modo hermético, Deus e
a criatura são um único ser, compreendemos por que a
Rosacruz Áurea insiste na unidade de grupo. Quando
percebemos que o campo do Espírito, o campo da alma e o
campo da substância original são totalmente inseparáveis,
percebemos clara e imediatamente que, à luz da Gnose, a
existência individual, separada, é um absurdo.
Porém, a unidade
de grupo em si mesma não é um objetivo. Ela deve emanar de uma
atitude sensível que impele cada um à união com tudo que vive.
Bem compreendida, ela deve incitar-nos a olhar na face deste
mundo, mesmo que estejamos em busca do Espírito. A unidade de
grupo não significa estar a caminho das pretensas esferas
superiores a fim de escapar do mundo porque não ousamos afrontar
a realidade do caminho nem arcar com suas conseqüências. Da
primeira à última letra compreendemos, no grupo unido no
Espírito, qual é nossa verdadeira tarefa neste mundo, tarefa que
exige tanta força e amor, que qualquer interesse por viver nas
altas esferas mais atrapalha do que ajuda. Porque a realidade
suprema é o serviço a todos: o amor que serve. Essa compreensão
é própria da alma que aprendeu a amar.
J. van
Rijckenborgh
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